quinta-feira, 13 de dezembro de 2018

ESCALAS

ESCALAS

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segunda-feira, 9 de julho de 2018

MODO LÓCRIO

Modo lócrio

O sétimo e último modo é o modo Lócrio. Confira abaixo o desenho:
B, C, D, E, F, G, A
Sequência observada: semitom-tom-tom-semitom-tom-tom-tom
Desenho do modo lócrio:

Dica: É a escala menor com a 2ª menor e 5ª diminuta.
Treinar os modos gregos pensando nos graus ajuda muito nossa mente e nosso ouvido a identificar rapidamente a tonalidade de uma música, pois você se acostum a com os padrões.

MODO EÓLICO

Modo Eólico

Ok, o próximo modo é o modo Eólico (ou eólio) e corresponde ao sexto grau. No nosso exemplo, o sexto grau de Dó é Lá, então confira abaixo como ficou a escala:
A, B, C, D, E, F, G
Sequência observada: tom-semitom-tom-tom-semitom-tom-tom
Desenho do modo eólico:

Dica: É a escala menor natural!
Encontramos então um novo nome para a escala menor natural: Modo Eólico. A escala maior natural já tinha recebido um nome também, lembra? Modo jônico.
Você deve ter reparado que o sexto grau menor é a relativa menor (já estudamos isso), então fazer um solo utilizando o modo eólio nada mais é do que solar uma música usando a relativa menor.

MODO MIXOLÍDIO

Modo mixolídio

O quinto modo grego é o modo Mixolídio. Na escala de Dó maior, o quinto grau é Sol. Veja abaixo então a escala de Sol mixolídio:
G, A, B, C, D, E, F
Sequência observada: tom-tom-semitom-tom-tom-semitom-tom
Desenho do modo mixolídio:

Dica: É a escala maior com a 7ª menor

MODO LÍDIO

Modo lídio

O próximo modo grego é o modo Lídio. Ele começa com o quarto grau da escala maior. Apenas para recapitular, estamos utilizando como exemplo a escala de Dó, então o quarto grau é Fá (antes o terceiro grau era Mi, e assim por diante).
Os modos gregos podem ser construídos a partir de qualquer escala maior, estamos mostrando aqui somente a escala de Dó. Depois mostraremos em cima de outra escala maior para ajudar a esclarecer. Vamos ver então como ficou nossa escala de Fá Lídio:
F, G, A, B, C, D, E
Sequência observada: tom-tom-tom-semitom-tom-tom-semitom
Desenho do modo lídio:

Dica: É a escala maior com a 4ª aumentada

MODO FRÍGIO

Modo frígio

Ok, vamos prosseguir. Agora vamos usar a escala maior de Dó começando da nota Mi. A sequência ficará assim:
E, F, G, A, B, C, D
Sequência observada: semitom-tom-tom-tom-semitom-tom-tom
Desenho:
Dica: É a escala menor com o segundo grau menor.
Esse é chamado modo Frígio. A utilização prática é exatamente a mesma do exemplo anterior, mas pensando em Mi menor em vez de Ré menor. Se quiséssemos solar em Mi menor uma música que estivesse com a tonalidade de Dó maior, utilizaríamos a escala de Mi Frígio.




MODO DÓRICO

Modo Dórico

Segue abaixo o modo dórico:
D, E, F, G, A, B, C
Sequência observada: tom-semitom-tom-tom-tom-semitom-tom
Desenho do modo dórico:
Dica: É a escala menor com a sexta maior.
Bom, talvez você ainda não tenha reparado a utilidade disso. Geralmente aqui a galera começa a se atrapalhar e achar um tédio esse estudo. Pois bem, vamos explicar direito isso para que você não desista sem motivo!
Nós acabamos de tocar Ré dórico, certo? Isso automaticamente significa que a tonalidade é Dó maior. Por quê? Justamente por que nós construímos a escala dórica utilizando as notas da escala maior de Dó.
O formato tom-semitom, etc. deduzido para a escala dórica ficou diferente da escala maior natural pelo fato de estarmos começando com outra nota que não o primeiro grau. Começamos do segundo grau. Por isso que há diferença no desenho. Entendido isso, podemos encontrar uma aplicação prática.
No estudo de campo harmônico maior, mostramos os acordes que fazem parte da tonalidade de Dó maior. Imagine, por exemplo, que uma música começa em Ré menor e depois continua com os acordes: Am, F e Em. Podemos concluir que a tonalidade dessa música é Dó maior, mesmo que o acorde de Dó não tenha aparecido nenhuma vez na música (até aqui, nenhum conceito novo!).
Então, se queremos improvisar um solo em cima dessa música, utilizaremos a escala de Dó maior. Mas, como a música começa em Ré menor, nosso solo poderia começar com a nota Ré em vez da nota Dó para dar uma ambiência mais característica, certo?
É aqui que entra o tal do Ré dórico! Podemos dizer que estamos solando em Ré, pois estamos “enfatizando” a nota Ré (começando e terminando com ela), mas usando a escala de Dó maior. Moral da história: estamos usando para o nosso solo a escala de Ré Dórico, pois o acorde é Ré menor mas a tonalidade é Dó.

MODO JÔNICO

Modo Jônico

Para ficar mais fácil, vamos trabalhar em cima da escala de dó maior como exemplo. Já sabemos então qual é o modo Jônico:
C, D, E, F, G, A, B
Sequência observada: tom-tom-semitom-tom-tom-tom-semitom
Desenho do modo jônico:

Dica: É a própria escala maior.
Obs: Para todos os modos, colocaremos a sequência observada, uma dica e o desenho da escala.
Os modos gregos são bem mais utilizados nos instrumentos de cordas, você irá compreender isso durante a leitura desse artigo.
O próximo modo é o chamado modo Dórico. Ele nada mais é do que a mesma escala maior que estamos trabalhando, porém começando da nota Ré.